Relato de Caso interessante

Texto por Jake Tarouco

Houve uma vez em que agendei uma paciente para um atendimento. Ela havia marcado o horário das 14 horas da tarde, mas no dia combinado chegou acompanhada do marido — detalhe que eu não esperava, pois havia entendido que seria apenas ela a ser atendida.

Felizmente, naquele momento eu tinha dois horários vagos consecutivos. Então, tudo bem, deu certo para ambos serem atendidos.

Eu perguntei: “Quem vai primeiro?”

Ela respondeu: “O marido.”

A paciente ficou esperando na sala externa enquanto iniciava o atendimento com o marido.

Mal comecei a trabalhar com ele, senti uma dor intensa no peito — tão forte que parecia um verdadeiro ataque cardíaco. Na prática da apometria, não é incomum sentirmos fisicamente dores e sensações ligadas ao campo energético do paciente.

Ao perceber essa dor incomum, olhei atentamente para a maca onde ele estava deitado e tive uma visão clara: em pé, na frente da maca, havia uma figura muito parecida com o paciente, mas mais velha — conectada ao seu chakra cardíaco por meio de fios energéticos visíveis.

Aproximei-me e perguntei: “Seu pai teve algum problema com infarto ou doença cardíaca?”

Ele respondeu imediatamente: “Meu pai.”

Na hora, associei a informação: a figura era muito parecida com ele, só que mais velha. Era, sem dúvida, o espírito do pai ainda conectado ao campo energético do filho.

Não demorei em realizar o encaminhamento adequado. Cortei os fios energéticos que os uniam e direcionei o espírito para um hospital espiritual, pois ainda apresentava sintomas de dor intensa e demonstrava apego à matéria física. Mesmo desencarnado há algum tempo, ele permanecia como se ainda estivesse vivo, magneticamente grudado ao campo do filho.

O filho começou a compreender o processo do atendimento, pois aqueles sintomas eram uma realidade concreta para ele. Ele estava ali por insistência da esposa, meio que por obrigação, mas aberto ao processo.

Depois de finalizar o trabalho, a esposa veio conversar comigo. Contei o que havia percebido durante o atendimento, e sua reação me surpreendeu: ela revelou que, exatamente uma semana antes, havia salvado o marido de um possível infarto!

É fascinante compreender como muitos sintomas físicos — e até mesmo desencarnes — podem estar relacionados à aproximação de espíritos que se acoplam ao nosso campo magnético, transmitindo suas emanações de dor e sofrimento. Ambos estão vivos, mas em dimensões diferentes.

Não existem acasos. Se tudo se alinhou perfeitamente para que esse atendimento ocorresse naquele momento específico, foi porque a espiritualidade já havia planejado esse encontro.

Fantástico, não é?

“Não existem acasos. Tudo acontece no momento certo, quando estamos prontos para receber a cura.”